Reciclagem a Frio In Situ de Pavimentos Flexíveis: Estudo de Caso em Trecho Experimental

Jamilson de O. Vieira, Diêgo A. Pereira, Alexandre G. B. Medeiros, Eider G. A. Rocha

Resumo


No Brasil, a maior parte da sua malha rodoviária implantada é constituída de pavimento flexível, esse conhecido como “asfalto”. Durante o tempo de vida de projeto, inúmeras patologias aparecem nesses pavimentos, e prosseguem gradativamente até arruinar a capacidade de suporte de toda estrutura. Para evitar tal ruina, intervenções devem ser aplicadas. Nesse intuito, esse trabalho apresenta uma técnica que vem crescendo no país: a restauração por meio da reciclagem a frio in situ. Onde o revestimento e uma ou mais camadas estruturais podem ser reaproveitadas, ou seja, esse processo reduz ou elimina a exploração de novos insumos naturais, tornando a técnica muito bem aceita no tocante meio ambiente. No estudo de caso, em trecho experimental, após o tratamento dos dados deflectométricos e de resistência, percebe-se que a restauração por meio da referida técnica cabe na maior parte do trecho em estudo, e proporciona a capacidade de suporte necessária ao novo pavimento.

Palavras-chave


Pavimentos Flexíveis; Restauração viária; Reciclagem a frio.

Texto completo:

PDF

Referências


BALBO, J. T. (2007). Pavimentação Asfáltica – materiais, projeto e restauração. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 1ª Edição. vol. único 558 p.

BERNUCCI, L. B. (2006). Pavimentação Asfáltica: Formação básica para engenheiros. Rio de Janeiro, RJ: Petrobras: ABEDA, 441 – 461 p.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE (2013). Pesquisa CNT de transporte: relatório gerencial concreto. Brasília - DF, SEST: SENAT, 2013. 389 p.

CONGRESSO DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES - CONINFRA, (2010). Metodologia de Avaliação de Pavimentos Asfálticos – São Paulo, SP, 4ª Edição. 15 p.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Manual de Restauração de Pavimentos Flexíveis – Publicação IPR - 720. Rio de Janeiro – RJ, 2006. 2ª edição. 320 p.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Norma DNIT 005/2003 – TER – Defeitos nos pavimentos asfálticos, Rio de Janeiro – RJ, 2003. 12 p.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM (atual DNIT). Norma DNER-PRO 011/79 - IPR – Avaliação Estrutural de Pavimentos Flexíveis. Rio de Janeiro – RJ, 1979. 16 p.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Norma 166/2013 – ES – IPR - Reciclagem in situ de pavimentos com adição de Espuma de Asfalto. Rio de Janeiro – RJ, 2013. 9 p.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Norma 167/2013 – ES – IPR - Reciclagem in situ de pavimentos com adição de Cimento Portland. Rio de Janeiro – RJ, 2013. 9 p.

INSTITUTO DE INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA – InIR . IP. - Documento Base de disposições normativas – Construção e Reabilitação de Pavimentos. Portugal, Pt, 2009, 49 p.

PINTO, S. COSTA, C. (2011). O uso de Reciclagem de Pavimentos como alternativa para o desenvolvimento sustentável em obras rodoviárias no Brasil. Engenharia, São Paulo, SP: 602. 96 – 102 p.

PREUSSLER, A. L. (2007). Contribuição ao estudo da deformabilidade de camadas de pavimento, Pavimentação, 80p, USP, São Paulo.

SILVA, P. F. (2005). Manual de Patologia e Manutenção de Pavimentos. São Paulo, SP: PINI, 2ª Edição. vol. único, 126 p.

STRATA ENGENHARIA ltda (DNIT). Projeto executivo de restauração e melhoramentos da BR – 381/MG, Minas Gerais - MG, 2012, Tomo I e III.

WIRTGEN. (2012). Tecnologia de Reciclagem a Frio. Alemanha: 1ª Edição. vol. único, 365


Apontamentos

  • Não há apontamentos.